O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi indiciado pela Polícia Federal (PF) por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, junto com Renan Calheiros (MDB-AL) e Romero Jucá (MDB-RR). Eles são acusados de receber cerca de R$ 20 milhões em propina da antiga Hypermarcas, agora Hypera Pharma, em troca de favores legislativos entre 2014 e 2015.
A investigação, originada da Operação Lava Jato em 2018, começou após a delação de Nelson Mello, ex-diretor da Hypermarcas, que revelou contratos fictícios para desvio de recursos. A PF confirmou que os serviços pagos nunca foram realizados, implicando diretamente os senadores.
Após o desgaste das investigações, a Hypermarcas mudou seu nome para Hypera Pharma em 2018 e estabeleceu um acordo de leniência em 2022. A empresa continua a ser uma das principais produtoras de medicamentos no Brasil.




